A Ponte Preta chegou a quebrar um jejum, mas não mudou o roteiro de 2026, com erros que voltaram a frustrar o torcedor e a ameaça de queda se intensificando.
No jogo em Ribeirão Preto, a equipe foi dominada pelo Botafogo-SP, sofreu com opções limitadas e não conseguiu transformar posse em chances claras, deixando a torcida apreensiva.
O panorama resultou em mais um revés na Série B, incluindo a marca de 23ª derrota em 30 jogos na Série B, conforme informação divulgada pelo ge.
Decisões de Gilson Kleina e montagem da equipe
O técnico optou por mexer na formação que havia vencido o CRB, com improvisação de Sérgio Palacios na lateral direita e as entradas de André Lima e David da Hora.
As mudanças, no entanto, não surtiram efeito, e o time passou a apresentar desorganização, com falta de compactação e poucas soluções ofensivas diante da pressão adversária.
Os lances que definiram a partida
O Botafogo-SP encontrou espaço desde os primeiros minutos e a Ponte facilitou com um pênalti cometido por Gabriel Caran, que Rafael Gava converteu e abriu o placar.
O adversário controlou o jogo com a posse, e Patrick Brey, em uma sobra dentro da área, ampliou ainda no primeiro tempo, deixando a Macaca em situação complicada.
A Ponte tentou buscar respostas em bolas paradas, com cobranças de Danilo Barcelos e uma chance que Rodrigo Souza acertou no travessão, mas faltou criatividade com a bola rolando.
Impacto na tabela e perspectivas
Com o resultado, a equipe voltou ao padrão negativo da temporada e passou a conviver novamente com fantasmas que vinham acompanhando o clube nas rodadas anteriores.
A derrota em Ribeirão Preto coloca a Ponte Preta ainda mais próxima da queda, e a queda à Série C, segundo a avaliação do cenário atual, deixou de ser surpresa para a maioria dos observadores.
Além dos problemas em campo, a leitura aponta para falhas no planejamento e na montagem do elenco, questões que, se não forem tratadas com rapidez, podem confirmar o rebaixamento já na próxima rodada.

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