O Remo aparece como uma das equipes mais experientes do Brasileirão 2026, com média de 29,4 anos entre os jogadores relacionados em cada partida.
O número coloca o clube paraense na terceira posição entre os 20 times da Série A, atrás de Mirassol e Fluminense.
Esses dados constam em levantamento que considera a média de idade dos atletas relacionados pelo clube em cada jogo, conforme levantamento feito pelo Gato Mestre.
Por que a média de idade do Remo é tão alta
A elevada média de idade do Remo reflete a utilização recorrente de atletas mais experientes ao longo da competição, e a formação do elenco direcionada a nomes consolidados.
Além disso, o clube paraense utilizou apenas dois jogadores com até 23 anos durante o Brasileirão, o que reduz naturalmente a participação de atletas jovens no cálculo da média.
Quem foram os jovens que entraram em campo
O Remo contou com apenas dois atletas com até 23 anos na atual edição da Série A, exatamente como apontado no levantamento: Kayky Almeida, de 21 anos, e Tico, de 20 anos.
Tico é formado nas categorias de base do clube, e Kayky Almeida é ex-azulino, ambos sendo os únicos com até 23 anos a entrarem em campo pelo Leão na competição.
Nova regra da CBF e o futuro do espaço para jovens
A Confederação Brasileira de Futebol anunciou mudança que amplia gradualmente as vagas para jogadores Sub-23 na Lista B, o que deve alterar o planejamento dos clubes.
Segundo a proposta, serão 20 vagas na Lista B em 2027, 22 em 2028, 24 em 2029 e, finalmente, 25 em 2030, uma mudança pensada para valorizar a formação e ampliar o espaço para jovens.
Ranking das médias de idade na Série A 2026
1. Mirassol, 30,5 anos
2. Fluminense, 29,6
3. Remo, 29,4
4. Chapecoense, 29,0
5. Flamengo, 28,5
6. São Paulo, 28,4
7. Coritiba, 28,2
8. Vitória, 27,9
9. Internacional, 27,4
10. Grêmio, 27,3
11. Corinthians, 27,3
12. Bahia, 27,1
13. Santos, 27,0
14. Atlético-MG, 26,8
15. Vasco, 26,4
16. Cruzeiro, 26,4
17. Palmeiras, 26,2
18. Botafogo, 26,1
19. Athletico-PR, 25,9
20. Bragantino, 25,8
O ranking mostra uma das tendências do Brasileirão 2026, com clubes de diferentes modelos de elenco, e reforça o debate sobre a necessidade de equilibrar experiência e formação, especialmente após as mudanças programadas pela CBF.

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