Bruno Guimarães completa 50 jogos pela Seleção com gol, braçadeira e prestígio renovado com Carlo Ancelotti, depois de superar o fracasso do pênalti na Copa
Bruno Guimarães celebrou a marca de 50 jogos pela Seleção com um gol e a braçadeira de capitão, em partida disputada na Austrália, e ganhou ainda mais protagonismo com Carlo Ancelotti.
O volante do Arsenal aparece como peça central no novo ciclo que mira 2030, e vem sendo um dos nomes mais utilizados por Ancelotti em pouco tempo no comando.
Os números e as falas do jogador marcaram a passagem do Brasil pela Austrália, com detalhes sobre minutos em campo, histórico em Copas e a reação ao pênalti perdido, conforme informação divulgada pela reportagem recebida.
Trajetória e estatísticas, em números
Bruno Guimarães estreou pela Seleção em novembro de 2020, e nesta sequência atingiu a marca de 50 partidas vestindo a camisa do Brasil.
Dos 50 jogos, foi titular em 39, marcou quatro gols e deu 12 assistências. Conforme os dados recebidos, o jogador soma, exatamente, a seguinte sequência estatística, 50 jogos39 titular23 em eliminatórias 16 em amistosos7 em Copa do Mundo4 em Copa América3.174 minutos em campo1.299 minutos com Ancelotti4 gols12 assistencias8 amarelos.
Bruno também é o segundo atleta com mais minutos sob o comando de Carlo Ancelotti, com 1.299, atrás apenas dos 1.318 minutos de Vini Júnior.
O significado dos 50 jogos e a mensagem do jogador
Ao falar sobre a marca, Bruno foi claro ao lembrar do caminho até aqui e da importância de seguir evoluindo na Seleção.
– Muito grato e feliz com a marca. Estar aqui, vestindo essa camisa, é tudo aquilo que eu sonhei um dia junto com minha família. As coisas foram acontecendo sempre no tempo certo na seleção. Um primeiro ciclo de inserção ao grupo e indo a minha primeira Copa; depois fui conseguindo buscar meu espaço e tive uma Copa do Mundo em que pude jogar; e agora, neste novo ciclo, servindo de ponte para os jogadores mais novos que estão chegando. Sou muito feliz aqui e espero poder chegar a outras marcas. Que daqui pra frente tenhamos títulos para comemorar.
O pênalti, a cobrança e a retomada
Bruno viveu um momento difícil nas oitavas da última Copa, ao perder um pênalti contra a Noruega, mas tratou o tema com transparência nos amistosos recentes.
Autor de um dos gols no 4 a 2 sobre a Austrália, ele explicou a decisão de deixar Vinícius Júnior executar a penalidade, e reiterou ausência de vaidade no grupo.
– Depois desse negócio do pênalti, muitas coisas apareceram. Aqui a gente nao tem vaidade nenhuma. No último jogo da Copa, o Ancelotti mandou eu bater, hoje ele mandou o Vini. O Vini tambem estava precisando fazer um gol, eu ja tinho feito A gente nao tem vaidade nenhuma. A gente quer o bem do Brasil. Feliz por ele, feliz pelo jogo que a gente desempenhou. É dar sequência no trabalho.
Presença com Ancelotti e o próximo desafio
Desde a convocação inicial por Tite em outubro de 2020 até se firmar como titular com treinadores como Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior, Bruno se tornou uma referência no meio.
Com a confiança de Carlo Ancelotti, o volante deve seguir como um dos pilares do time nas próximas partidas. O Brasil viaja à Índia e enfrenta os anfitriões no sábado, às 11h, horário de Brasília, em jogo marcado para Calcutá.

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