Marquinhos se mostrou impressionado com a recepção da torcida indiana à Seleção Brasileira, e ressaltou o valor da experiência para aproximar o time dos torcedores locais e internacionais.
O zagueiro, que é capitão da equipe, disse que o momento serve para reconquistar confiança e trabalhar o novo ciclo após a última Copa do Mundo.
Marquinhos também falou sobre a pressão que acompanha a camisa, e sobre como o trabalho do treinador visa testar opções para o futuro.
conforme informação divulgada pelo g1
Recepção na Índia e sensação do elenco
Marquinhos afirmou, com surpresa e satisfação, “Estou muito feliz de estar aqui, Dá para ver por todas essas pessoas aqui nos recebendo. Desde ontem, do primeiro dia já, chegamos com uma recepção muito calorosa aqui. É uma oportunidade de ouro estar aqui representando a Seleção Brasileira para esse país, para esse povo apaixonado pelo futebol, pela Seleção Brasileira, por toda a história que tem”.
Para o capitão, a presença de novos jogadores no elenco torna a viagem ainda mais relevante, porque cria uma conexão de energia entre time e torcida, e ajuda a motivar o grupo para buscar retornos maiores no cenário internacional.
Pressão, experiência e objetivo de reconquistar confiança
Marquinhos comentou que a cobrança por resultados é natural, “Você ser jogador da Seleção Brasileira, eu acho que essa pressão de resultados, ela vem junto por toda a história que a Seleção Brasileira tem, pelos grandes jogadores que passaram, por tudo que a Seleção já fez e conquistou. Basta a gente saber lidar com isso”.
Sobre metas imediatas, ele afirmou, “A gente tem um objetivo lá na frente, mas temos objetivos primários, que são, realmente, reconquistar a confiança, reconquistar a jogar bem, fazer grandes vitórias. E hoje, aqui, é um objetivo que a gente tem, de vir para cá, de fazer um grande jogo amanhã, de conseguir uma boa vitória, conseguir cada vez mais ganhar confiança”.
Marquinhos ressaltou que utiliza sua vivência para orientar os mais jovens, sem impor conclusões, e que encara cada partida pelo Brasil com seriedade, “Aqui na Seleção Brasileira não existe realmente amistoso. Todo jogo a gente tem que ganhar, tem que fazer um grande jogo, tem que fazer uma grande atuação. Eu, por anos que estou aqui, cada jogo para mim eu enfrento como se fosse o meu primeiro e último jogo na Seleção”.
Respeito ao adversário e preparação para o jogo
Mesmo com a Índia vindo de campanhas modestas, Marquinhos pediu atenção ao rival e explicou que o Brasil vai estudar a equipe, “Cada jogo tem a sua história. Cada jogo tem o seu momento. Eu acho que a gente vai se preparar muito bem para esse jogo, analisando os jogadores, analisando o time adversário, vendo o que a gente pode fazer para explorar e o que a gente tem que fazer para tentar anular ao máximo a potencialização da equipe adversária”.
O capitão reiterou que o foco é entregar a melhor atuação possível, independentemente do adversário, e aproveitar o amistoso para somar confiança e ritmo coletivo.
O papel do treinador e o olhar para o futuro
Marquinhos também comentou sobre o trabalho do treinador Carlo Ancelotti, apontando que os jogos servem para observação e testes, “O treinador fazer os seus testes que ele precisa fazer com novos jogadores, com antigos jogadores também que ele quer continuar vendo. Eu acho que tudo é um caminho, é um ciclo, são coisas que a gente vem adicionando para que a gente possa ganhar confiança e chegar lá na frente numa Copa do Mundo bem”.
Na avaliação do capitão, o foco do elenco neste momento está no presente, em somar atuações consistentes para reerguer a Seleção Brasileira e preparar um grupo competitivo para os próximos compromissos.
Marquinhos aparece como voz de equilíbrio no vestiário, buscando usar sua experiência para ajudar a transição entre gerações e para que a Seleção Brasileira volte a ocupar o topo do futebol mundial.

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