Adson Batista foi alvo de punição disciplinar após o clássico contra o Goiás, e ficará impedido de acompanhar o clube nas partidas durante o período determinado pelo tribunal.
A medida, aplicada em primeira instância, proíbe o dirigente de frequentar jogos do Dragão por quinze dias, enquanto o processo ainda pode ser levado ao Pleno do STJD.
Os detalhes sobre o ato que motivou a sanção constam na súmula da partida e na decisão do STJD, conforme a súmula do jogo e a decisão do STJD.
O que aconteceu durante o clássico
No relatório da partida consta que “Adson Batista, presidente do Atlético-GO, foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), por reclamações à arbitragem ao término do primeiro tempo do clássico contra o Goiás, no dia 26 de setembro.”
Segundo a súmula, o dirigente se aproximou da equipe de arbitragem quando os profissionais se dirigiam ao vestiário e repetiu frases cobrando imparcialidade, conduta que motivou a denúncia.
Base legal da punição
“O ato resultou na denúncia e consequente punição com base no Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).” A aplicação da penalidade seguiu os procedimentos previstos no regulamento disciplinar.
Sanções aplicadas a outros envolvidos
Além de Adson Batista, o episódio gerou punições para membros do Goiás, “O Goiás também teve o supervisor Orisley Santos suspenso por 20 dias, enquanto o fisioterapeuta Leonardo Morais pegou uma partida de suspensão após protestos e contestações direcionadas à equipe de arbitragem no gramado.”
Próximos passos e possibilidade de recurso
Com a decisão em primeira instância, a defesa de Adson Batista pode recorrer ao Pleno do STJD, o que poderá suspender ou manter a sanção enquanto o caso é reavaliado.
Até a definição final, a restrição de frequência aos jogos do Atlético-GO permanece em vigor durante os 15 dias previstos na penalidade.

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